21 de jun de 2009

Drogas. Legalizar ou não?

É um assunto bem questionável, polemico e do interesse de todos. Em muitos programas baseados no debate estão falando sobre esse tema. Será que com a legalização diminuiria o número de viciados, ou cortaria os vínculos com o tráfico, e muitas famílias não passariam pelo sofrimento de ver seu filho padecer de dependência?

A todo instante estamos consumindo algum tipo de bebida, cigarro, remédio que, não deixam de serem drogas, drogas ilícitas. Propagandas das mais apelativas possíveis, se tratando de persuadir o cliênte ao consumo, vivendo em uma cultura que tem como o uso das mesmas uma demonstração de status, de alto afirmação diante dos amigos. Bebida é um tipo leve se comparado aos outros tipos de drogas, mas não deixa de causar suas dependências e males como qualquer uma faz. Cigarros com fotos de pessoas que sofreram de câncer, de impotência sexual, de apodrecimento dos dentes, e inúmeras enfermidades tentando nos alertar das consequências do uso prologando, mas não ligamos, porque o nosso vicio não deixa, porque o status não deixa. Somo levados a não se preocupar com os malefícios, já que eles podem não acontecer conosco. Medicamentos são usados sem controle, devido a nossa cultura de alto medicação. Remédios depressivos são vendidos como se fossem doce para crianças insatisfeitas. Questionamos a legalização, mas esquecemos do mal que as legalizadas nos fazem.

Legalizar o uso de drogas não é o problema, é algo muito mais obscuro e complicado do que parece. Se olharmos para os outros países que tem o uso liberado, eles possuem um índice de escolaridade elevado e uma cultura que valoriza a consciência dos atos do individuo, coisa que não abrange a nossa. Como podemos pensar em legalizar algo, se nem ao menos cuidamos das nossas crianças que não tem onde estudar, onde morar, o que comer? Elas que vão ser a nossa sociedade no amanhã, e se não forem bem instruídas, o que era para ser uma vitória do modo de expressão será um total fracasso e aumento da violência.

Maconha, craque, cocaína, LSD, extasê, todas elas não chegam nem perto do álcool e do cigarro. Não quero comparar e justificar o uso, mas elas possuem um alto índice de dependência.

Se fosse legalizada, empresas se aproveitariam para montar um comercio extremamente lucrativo, fazendo propagandas, criando apologia ao uso e vinhetas que seriam assimiladas pela awareness das pessoas. Isso leva a um consumo inconsciente e influenciável, ainda mais se a cultura valorizar isso. Traficantes fariam acordo com empresas, a rota do trafico mudaria, empresários iriam ter um dos melhores ramos para se investir. Ou seja, nosso pais não tem suporte para isso. Além de falar da dependência, mesmo atingido o minino, os destroços são quase irreveciveis.

Liberdade de expressão, direito de consumir... Esquecer suas consequências, e proporções... Se importar com o prazer momentâneo pode ser escolha de cada um, e ninguém deve interferir, mas oque seus atos repercutem, são de conhecimento e importância de todos.

Resto do Post

Um comentário:

liláh disse...

é..isso é polemico :~~
por mim tinha que destruir todas.
agora o caso da maconha é diferente, se vende bebida,tem que vender maconha,é praticamente a mesma coisa!
comenta la
beeijos

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