27 de mai de 2010

Esperança.... musicalidade

Para começo de conversa, esse post não é de intuito motivacional, apenas será de intuito reflexivo. Escrevi essa nota rápida, apenas para alertá-los, já que falarei de algo bem peculiar a esse âmbito, a esperança.

Uma das grandes incógnitas, se não uma das mais intrigantes, até hoje sem explicação causal ou de fácil sentido para muitos e a grande razão de existir para outros, a tal esperança. O quê é ter esperança? É acreditar em algo? E esperar por algo ou alguém? E sentir que alguma coisa pode dá certo? Pode ser tudo isso, ou qualquer um deles.

O que faz você perder a esperança? E a desilusão com o fato inquestionável e sem alternativa que possa acontecer sem o mínimo poder de mudança? E se desiludir com algum ideal, com algum fato, ou até mesmo, com alguém? Ou apenas você perde a esperança, por que não acredita em ilusões apenas na veracidade dos fenômenos pragmáticos e da lógica inquestionável?

E os músicos? Por que alguns deles escrevem tanto sobre isso, clamam tanto sobre isso? Se a vida de alguns vai de mal a pior? Não falo de esperança religiosa, ou qualquer parâmetro divino, já que nem todos compartilham da mesma fé, mas o que faz um compositor no auge da sua desilusão com a vida e a completa perda desse elemento misterioso, inerente a nossa existência, escrever tão bem sobre o mesmo? E paradoxal demais, chegando a ser fascinante.

O sonho de um musico por um futuro melhor, que comoveu gerações na década de 60, foi dissipado em migalhas por alguém que se dizia ser um fã, onde a revolta tomou conta da multidão. O poeta do pendulo, que ficou extremamente chocado como a sua companheira de banda que tratava seus amigos de longa data de maneira tão superficial, fazendo a sua fama a seduzir e esquecer quem realmente à colocou lá, fez uma musica esplendorosa.

E você, o que pensa sobre a esperança? Ou melhor, o que pensa sobre todo esse contexto?






Não consegui a musica The Poet and the pendulum completa, então é só uma parte dela que no total são 13 minutos.


24 de mai de 2010

1 ano de blog

Dia 20 desse mês completou 1 ano de frolhão e Efrin e eu, esquecido como sempre,havia deixado passar despercebido. Na verdade não tinha esquecido, mas é por que aconteceram muitas coisas que acabei me enrolando com isso.

Eu me lembro muito bem como começou, onde eu estava ficando desesperado para poder escrever em algum lugar, já que eu odiava escrever no papel, por sempre sentir dores fortes no pulso (não me pergunte porque), e estava extremamente entediado e a ponto de explodir de tanto pensar.Toda essa descrição tem na minha pagina que pode ser vista do lado do post. Uma coisa engraçada também foi a escolha do nome do blog, já que não tinha a mínima idéia de como o chamaria. Tudo começou assim: Meu amigo Rapha, me chamava muito de frolhão, mas não é só isso, também vem os derivados como, Efrin, trake, traver, dedé e nisso eu o chamo do mesmo jeito, mas uma vez não me pergunte por que. Quando estava criando o blog, ele estava presente, foi então que eu pensei, por que não chamar de frolhão e efrin, já que ele estava no momento da criação. Eu sei que não tem muito sentido, mas pelo menos, ninguém vai achar um blog com esse nome, uma coisa que deixa este espaço com um nome digamos que original.

De inicio não sabia nada de blogosfera, como tinha que escrever, divulgar e muito menos o que era Template. Uma amiga foi que me ensinou o mínimo de coisas que eu precisava saber para utilizar a ferramenta do blogger. Após isso eu fui pesquisando, e tendo muitas dores de cabeça com o manuseio de templates, que até hoje ainda sofro um pouco. Apesar de sofrer com eles, eu já consigo manipulá-lo melhor e aprendi bastante durante esse ano. Teve muitos momentos em que pensei que o blog acabaria pela falta de assunto e animo para escrever, algo que escrevi no post falta de assunto 2 , mas amigos me incentivaram a continuar( o que os amigos não fazem).

Nunca pensei que usaria isso por muito tempo, e nem que me interessaria tanto pelo mesmo, apesar de ainda não está como eu quero, eu pretendo aprimorar mais e dedicar mais tempo, acredito que com a pratica as coisas vão sempre melhorando, e claro, não poderia deixar de comentar, a minha grande teimosia quando eu me interesso por alguma coisa. Obrigado aqueles que acompanham esse blog de ainda intuitos não centrados, sem publico especifico, apenas compartilhando as idéias que este autor vos escreve. Que ele dure mais alguns anos, e eu possa olhar para esse post com boas lembranças dessa caminhada que ainda não sei onde possa parar.

23 de mai de 2010

Fluxo de ideias

Chegando mais uma vez do shopping, me ponho a sentar na frente desta tela para escrever um post decente, e o interessante é que eu tinha uma idéia muito louca para escrever, só que desapareceu quando cheguei em casa. Apesar desse fail, me surge outra idéia, á idéia da idéia, ou melhor dizendo o fluxo de idéias. Entretanto, eu ainda não cogitei a possibilidade de comprar um iPad ou um bloco de notas para anotar esses estalos.
Pensar na idéia, ou simplesmente "receber" a idéia, é algo muito comum, mas você já pensou como ela aparece? Comigo pelo menos funciona assim: Eu penso em tudo que me aconteceu no dia, após isso penso no meu passado, nos meus valores, filosofo, questiono, argumento e contraponho a mim mesmo, e no fim, surge algo.

De veras isso é muito louco e estranho. Acredito que seja sim, eu sei que não sou normal mesmo, mas a partir disso eu me indaguei mais uma vez. Apesar de ser louco e estranho eu tive coragem ou a velha "cara de pau" de dizer, e encontro muitas pessoas na vida que tem medo de dizer o que pensa. Não falo do clichê batido, de você dizer o que pensar, até de maneira ofensiva para os outros e aquela mensagem subliminar no fundo dizendo: Eu penso assim e fodasse quem não aceita. Não falo nisso, falo da autenticidade de dizer uma idéia, um ponto de vista, algo que não está no padrão cultural local.

A cultura e a sociedade nos travam de dizer muitas coisas, por que querendo ou não, você tem receio do que o outro vai pensar de você e te julgar, até mesmo influenciar na forma como os outros vão lhe enxergar, desvinculando muitas possibilidades de afeto, amizades, relacionamento e no pior das coisas, em contatos profissionais.

Boas idéias e soluções morrem as vezes antes de serem concebidas devido a esse parâmetro. Até hoje, não consegui entender o real sentido da expressão que muitos dizem e até eu mesmo já disse, de gostar de pessoas transparentes, pessoas verdadeiras, eu realmente não o compreendo totalmente.

Ai me vem à relação de sinceridade, que está vinculada a dizer os fatos nus e crus, sem se importa com os sentimentos das pessoas, aquela ação de tratar o outro com a tal transparência. Para mim isso não é ser sincero, é ser qualquer outra coisas, mas não isso.

Tentar deixar o fluxo de idéias fluírem, sem comprometer o outro e sem se deixar levar por uma inclinação impulsiva, é algo muito difícil, que requer tempo, que muitos não se preocupam em tentar. Fluxo de idéias é a chave da plena realização, por que quando você deixa fluir seus pensamentos, você desafia seus próprios valores, e sente onde é o seu calo machucado, onde você é mais vulnerável, onde você é falho, onde seus valores aprendidos na infância são postos em cheque, onde dai nasce o real sentido de pensar de um jeito e pensar de outro.

Como ênfase final, acredito que todos tenham isso, mas tenham medo de descobri o que o vortex natural do próprio homem, o levará a conhecer na sua real imagem e perceber, que seu ego não é tão onipotente assim, ou quem sabe, até seja. Fluxo de idéias, algo simples, mas que faz muita diferença, onde sem ela, eu não teria escrito isso.

20 de mai de 2010

Futuro promissor das Tecnologias, uma nova era dentro da nova era


Oi! tudo bom? Pegando o embalo do post anterior que fala sobre as relação da rede com os novos padrões, que alias foi sugerido por um leitor, eu tive mais uma ideia.

Com tanta novidade aparecendo, não se sabe ao certo qual é a próxima que surgirá, ou não tem ideia do que mais precisa ser facilitado e embutido nas nossas vidas. Eu havia percebido, mas não tinha ideias claras para expor como um post, até uma luz me aparecer. Digo que o futuro está no visual, e não propriamente nos Hardwares. Acredito que você pode ter pensado: Mas já vivemos uma era bastante visual, ou melhor dizendo, áudio visual, isso já não é o futuro?. Não necessariamente.

Por volta de 1997 um japonês inventou um código de imagem criptografada chamado QR code, ou como li na Galileu de Abril, realidade aumentada. Ela ajuda a diminuir e facilitar o acesso de arquivos na Web, ou encaminha-lo para alguma pagina ou armazenagem de arquivo. Pode ser ativado através de uma Web Cam ou um celular com um aplicativo que possa ler esse tipo de arquivo, novos celulares já possuem o aplicativo embutido.

O outro é algo mais comum de se perceber que é a tecnologia 3D de visualização de imagens e vídeos. Ficou mais em evidencia devido ao filme Avatar e a nova tecnologia usada pelo diretor, dando assim a revolução e alavancada no formato que não estava tão viável. Com isso veio o surgimento das Tv's 3d, que começaram a ser vendidas esse ano. Uma das grandes empresas que está indo com força total é a Sony. A empresa já fez upgrades no seu Console de ultima geração PS3, para que ele possa, com a ajudar da tecnoliga Blu-Ray, rodar jogos em 3D em High Definition. Apesar disso, nem todo mundo poderá ver em 3D, não pelo alto custo que serão os equipamentos, mas a doenças visuais mesmo.

Com todo essas novidades, que não são tão novidades, será como uma febre de moda, ira imperar e marcar os rumos da nova geração High Tec de tecnologias, caminhando cada vez mais para os parâmetros de tecnologia holografica e Touchscreem, como a Apple já faz com os seus Tables, Ipad's e Ipod's, com o toque em tela extremamente preciso.

AS informações serão cada vez mais rápidas e criptografas, dando mais destaque para os aparelhos portáteis, ditando a tendência da próxima década, que bem provavelmente será a dos Tablet's e dos Ipad's ( e seus derivados). Computadores pessoais ( aqueles que ficam em casa), poderam ter seu uso diminuido por causa desses novos aparelhos. O consumo de papel deva diminuir também, já que a maioria das informações será transformada e digitalizada, como o caso dos ebooks, que já fazem muito sucesso. O futuro, é visual.

17 de mai de 2010

Internet e suas relações controversas.

Vivemos o apogeu da era High Tec, muita tecnologia, facilidades e possibilidades incontáveis e o melhor de tudo, o conforto da comodidade que elas podem nos trazer. Com tanta coisa "fácil" e um numero grande de interações que isso possa nos trazer, surgem novos padrões na sociedade, onde aquela velha frase de que a Internet reinventou o homem está mais latente que qualquer outra coisa de impacto ideológico, e se tratando de mudança, essa foi drástica e repentina, assim como a velocidade das informações de hoje em dia.

Na verdade, tudo isso começou lá na era dos bate papos online ( eu participei dessa época), onde entravam milhões de pessoas que você nunca tinha visto na vida e começavam a conversar, como se aquilo fosse algo extremamente excitante e intrigante ( que na verdade era). Aquilo era algo muito novo para a maioria dos brasileiros, até para mim, ou melhor dizer principalmente para a minha geração, lá por volta dos meus 13/14 anos. Após esse tempo, veio a ploriferação dos contatos da rede de mensagens instantâneas mais conhecida por aqui, o Menssenger, conhecido também por MSN ou atualmente Windows live messenger. Já que os contatos que se faziam nos bate-papos precisavam permanecer ligados de alguma maneira, a necessidade do messenger vinha de maneira quase que previsível. Logo após isso, foi como um efeito dominó, veio o Orkut, Myspace, facebook, Twitter, Yahho messenger e por ai vai...

Com esse crescimento dos meios de interatividade, e o grande interesse das pessoas (já que internet e informação é um vicio totalmente inegável do ser humano), a internet se tornou muito util para se comunicar com amigos distantes, pessoas de outros países e interesses comerciais.

Os jovens começaram a fazer amigos virtuais, e desenvolver tipos de afetos por eles, conseqüentemente, surgindo os namoros virtuais, e de maneira seguinte, se espalhou para todas as faixa etárias. Esses vínculos se tornaram tão forte, que era como se aquilo de fato estivesse acontecendo, claro que estava acontecendo, mas eu me refiro na maneira presencial das coisas não apenas no campo ideológico. Com essa tendência, o numero de amigos virtuais e namoros aumentaram, e as amizades de carne e osso começaram a diminuir.

Apesar disso acontecer de maneira "natural", criou-se outro tipo de relação, eu me atrevo chamar de "transpessoal" por que vai além do contato propriamente dito do ser humano com outro semelhante, abrindo mais possibilidades e chances das pessoas se depararem com o diferente, e até mesmo, encontrar pessoas com gostos semelhantes aos seus ( que é a grande maioria). Já vi grandes casos de amigos que só se conheciam na internet, mas resolveram se encontrar para montar uma banda, exemplo disso é o Detonautas Rockclub. Pessoas que não se conheceriam de maneira natural em nenhuma hipótese da sua vida, se conheceram através da internet e marcaram um encontro real.

As possibilidades são imensas, apesar das positivas, eu acredito que isso tenha mais um lado negativo, que é o de negar a presença, e ainda para aumentar e da força a minha teoria, tem o caso das patologias, e da falta de que algumas pessoas têm de lidar com o meio social, gerando ansiedade, introspecção, timidez, falta de confiança, e antisocialização. Em se tratando de mercado de trabalho, se a pessoa não for para esse ramo de informática, terá alguns sérios problemas, nem vou citar os relacionamentos reais.

Essa mudança também gera novos valores, novas formas de expressão, e até uma retomada da tecnologia retro, como algo "cool", que é algo que eu havia notado, que é uma nostalgia tremenda acometida pela minha geração, seria a necessidade de ser voltar a época onde se existia valores mais "concretos" e menos virtuais? Não sei, e talvez nunca tenha a resposta.

O pior de tudo ( ou o melhor), isso veio pra ficar, e não vai sair de nossas vidas, acredito que seria mais um "plus" na forma de interação e relação da pessoas de forma sem fronteiras, mas como todo padrão social, ou patamar cultural, sempre surgirá suas patologias e mazelas, apesar de que muitos jovens assimilaram isso como algo mais real do que o próprio real, por que por incrível que pareça, você sabe mais da vida de alguém que vive a 2.000 Km de distancia de você, do que da pessoa q mora a menos de 100m da porta da sua casa. Isso aumenta o individualismo e o medo de não saber quem é a pessoa que mora ao seu lado, e ainda, você não se importa nenhum pouco com isso. Apesar de tudo isso, bate uma vontade de saber quem é o seu vizinho, ou morador mais próximo de você, mas os hábitos já estão tão entranhados que fica difícil de você mudar isso.

Aquilo que veio para aproximar, está separando os que são próximos, e realmente deixando bem perto aqueles que estão distantes. parou pra pensar o quão louco isso soaria para seus avós na juventude deles? ou melhor, o quão aterrador seria para os seus pais que a luta por revolução na época deles pararia nisso?

Não sei, não sei onde tudo isso poderia para, ao mesmo tempo que me fascina, ao mesmo tempo me mete medo em relação de como poderá ser as coisas após isso.



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