18 de abr. de 2010

As minhas inspirações

Apesar de ser meio maluco, são de algumas musicas parecidas com essas que tiro as ideias mirabolantes para postar por aqui, apesar de ser muito estranho para a maioria das pessoas. Segue a lista de 4 musicas, que gosto muito. Aprecie,ou deteste xD.









Existem muitas outras acreditem, é uma variedade imensa no mundo do Rock pesado(e leves também). Bem é isso

15 de abr. de 2010

Olhos fechados (para a K)


Pelas batidas do meu coração, eu sinto algo brotar, mas isso não é amor. Tenho medo, tenho medo de sofrer de novo, o amanhã ainda é traiçoeiro para mim, ainda que obscuro eu ando por essa tormenta sem  chuva, de olhos fechados, eu poderia ser livre... Eu poderia ser livre....

Eu sinto algo brotar em meu coração, mas ainda não é amor. Imagino como possa ser, aquele que tenta perfurar a minha barreira de gelo e cascalhos, tão corajosa o quanto, já que muitos tentaram e não conseguiram, me sinto só, mas não busco ninguém... Conscientemente.

Eu sinto algo brotar em meu coração, mas não sei o que é. Através de linhas onduladas, de uma maneira espetacular, estou me deixando amolecer, minhas barreiras tentam ao máximo resistir, mas parece ser em vão, entre espelhos vejo meu rosto, cheio de lagrimas que não conseguem sair, a agonia das emoções está voltando... eu estou caindo para talvez levantar?

Jeito contagiante, meigo, de forma indescritível me afoga em um mar que a muitos não via por aqui, tudo estava seco há tempos atrás, só que, novamente ele voltou. Feche meus olhos, feche minha capacidade oprimida pelo medo, acabe com  o meu silêncio quase que perpetuo. Meu coração parece ver coisas que minha razão não consegue enxergar, olhando para o céu vejo as nuvens cinzas dos dias que virão, mas desta vez existe chuva, você me parece tão bela a ponto de me hipnotizar e me tornar um ser a mercê do seu encanto, suas palavras acalentam meu coração, um coração em processo de transformação

Eu fecho meus olhos, e perco a mim mesmo novamente, parando e voltando do caos de fantasmas do passado. Eu sinto algo brotar em meu coração, é agora acho que é amor. Sozinho, e ao mesmo tempo junto, você é algo que transcende as palavras mais bonitas, confundidas em um sentimento, você é meu ponto fraco, você é quem eu quero nesse momento para a minha vida, meu remédio e meu vicio. Você é o que quero para mim nesse momento...

Musica que em minha opnião combina com o que foi dito.

14 de abr. de 2010

Steve Jobs: Você tem que encontrar o que você ama

Nossa esse texto mecheu comigo, falou muito do que eu penso em relação a vida e me deu muita força para tentar realizar meus planos malucos no futuro, para mim, isso foi mais um acontecimento que me leva a acreditar e retomar questões que eu havia deixado para tras, enfim segue o discurço de Steve Jobs, criador da Apple e da Pixar. Creditos: http://www.psicologiadigital.com/

Você tem que encontrar o que você ama
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Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de u
ma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.
A primeira história é sobre ligar os pontos
Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais dezoito meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei?
Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina. Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.” Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade.
E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de 6 meses, eu não podia ver valor naquilo. Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria OK. Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes.
Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo. Muito do que descobri naquele época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.
Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.
Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse. Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para a frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.
De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.
Minha segunda história é sobre amor e perda.
Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação – o Macintosh – e eu tinha 30 anos. E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses. Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício]. Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo.
Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa. Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple. E Lorene e eu temos uma família maravilhosa.
Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama. Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.
Minha terceira história é sobre morte.
Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último”. Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.
Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo -  expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar – caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.
Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas. Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de 3 a 6 semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas – que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus. Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem. Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.
O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém. Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas. Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior. E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário. Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid. Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes do Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de The Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês. Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras: “Continue com fome, continue bobo”. Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.
Obrigado.
* Fonte: Revista Você S/A

Futuramente escreverei algo sobre essa declaração e como vejo esse modo de encarar a vida, que me é muito peculiar.

13 de abr. de 2010

Quando as sentelhas podem se tornar anjos



Ah um tempo atrás, encontrei uma criança jogada ao chão, ela parecia tímida e triste, acho que deva ter perdido sua mãe muito cedo, foi que me veio a mente naquele instante. Olhei ao redor, senti que também não tinha pai, estava só e bem vestida por sinal. Me agachei e olhei em seu olhos e percebi que seu globo ocular estava distante, como se a tivesse transportado para um mundo qualquer que fosse muito longe daqui, parecia sem vida , parecia uma maquina. Não disse nada e me levantei, olhei fixamente para aquela garota, acocada e imóvel, olhei de um angulo diferente, de uma maneira diferente, de uma percepção diferente. Nestas observações vi que estava como um espantalho em meio a um campo, que alias, esqueci de comentar, esse campo não possui gente, nem animais, apenas vultos e estalos que passam ali rapidamente, como se fossem feixes de luz. Tive pena e peguei seu corpo gelado e vazio e a levei para outro lugar.

Dei-lhe comida e um pouco de abrigo, olhei para ela, e mesmo sem saber se me ouvia eu comecei a falar algumas palavras. Falei de coisas parecidas como, levante, se anime, não se deixe abater, coisas típicas e banais para muitos, mas foram essas as palavras ditas. Clichês? Depende do momento, e de como se usa, afinal não preciso explicar isso. Ela chorou muito, dizendo que havia sido abandona por todos, que ninguém a ajudava, acabando assim também desistindo de si mesma, dizendo que meio fora de contexto, que sonhava muito em ser escritora. Ela se afogava em prantos.

Pianos tocavam estranhamente como se fizessem parte de uma trilha sonora surreal, eu realmente não entendi o porquê, mas não liguei.

Ela começou a falar desesperadamente, como se estivesse vomitando muitas coisas que se acumulavam dentro di si, após tudo isso ela parou e voltou a permanecer em silêncio.

Bem, voltamos a conversar, falei que ela deveria lutar mesmo todos sendo contra a ela, já que aquilo vinha do fundo do seu coração, ela havia dito também que sentia que podia ser muito boa, só precisava de um meio para se desenvolver, que precisava estudar mais por se achar insuficiente.

Busque seus meios, se desenvolva da forma que você pensa que pode, haja do jeito que possa lhe favorecer a desenvolver essas habilidades, mesmo que para muitos o pareça incompreensível, e quem sabe dali não saia a sentelha do seu talento, aquela que moldará você através dos tempos guiando para a sua altencidade como uma escritora, já que escrever é doar um pouco da alma, foi o que eu disse. Ela sorriu, mas ainda estava triste. Tremula, ela se locomoveu para um local que costumo chamar de "lugar nenhum", que para mim foi apenas um ato de se erguer, e se ela realmente entender o que eu quis lhe dizer, ela encontrar a verdadeira gloria, e quem sabe assim, se explorando ao máximo se torne o anjo que tanto deseja. Há, já ia esquecendo de me apresentar, me chamo a sua motivação.

Resto do Post

11 de abr. de 2010

'cause your love is Evil


Seu amor é um demônio que atormenta, persegue minha alma, corroi os sentimentos, se torna obsessão, quero você bem longe de mim, apesar de sempre voltar para ele.

Seu amor é maligno, queima na pele, destrói meu principio de auto-preservação, corroi minha carne deixando apenas como ironia meus olhos para poder lhe contemplar.

Seu amor é o demônio da minha mente, a contradição em forma de razão, a fome em forma de satisfação, seu amor é o veneno delirante e viciante, seu amor...

Dia a dia eu espero seu sorriso, beira minha face destruída pelo sofrimento, apenas clamando por um ar de esperança, meio submisso, meio constrangido por me render a isso...

Porque seu amor é maligno

6 de abr. de 2010

Decisão, Estalo repentino

Bem, é o quê dizem, as melhores idéias e inspirações aparecem nos momentos realmente que não os esperamos e a minha chegou. Pode até ser tomada como uma frase de clichê, mas não posso negar que isso realmente aconteceu, deixando minha mente atolada de esperanças, felicidade e vontade de alcançar um objetivo. Foi assim que tudo começou, há 1000 anos congelados conhecido como inconsciente.

Caminhando pelas estradas vagas desse que os conta, me encontro perante uma porta, onde o quê nos separa é apenas um corredor, me aproximo e tento olhar pela fechadura, é uma porta branca, com um tom bem sereno e está bem limpa. Curioso como sou, tentei varias investidas para ver se conseguia enxergar alguma coisa, mas tudo era em vão, foi então que escuto um grito dizendo: Amanda! Sim, foi o que ouvi, parecia o nome de alguma mulher que ali residia em um tom mais intenso ela continuava dizendo: Amanda! Achei estranho, mas interessante, me pus a observar e mais uma vez olhar pela fechadura, agora com êxito. Quando vi encontrei um homem, que parecia está falando com a dita cuja Amanda, só que não vi a presença da mesma, ele parecia nervoso e começou a brigar como se estivesse a ponto de enlouquecer, e nada da pobre se manifestar. Cara ele é louco!. Eu pensei, mas não existe ninguém ali, até onde observo. Continuei a olhar para ver se conseguia entender oque se passava, até então uma incógnita. Vocês devem pensar: Nossa que bisbilhoteiro, não tem mais nada pra fazer, é pode até ser, mas quando você está mergulhado em uma intensa e incontrolável reflexição, você quer saber de tudo como um curioso nato, com sede de saber; em um estalo repentino a porta se abre e tudo parecia tão escuro e vazio. Quando me  dei conta, estava a assistir um filme na TV. Achei intrigante, pus-me a ver e, como um ato de simbiose, estava ligado de tal forma a minha mente e ao filme, no qual despertou essa porta até o momento sem sentido para mi; vamos à exploração.

Assisti ao filme inteiro, vi que coisas semelhantes ao personagem haviam acontecido comigo, e cheguei a conclusões avassaladoras, quando novamente me dei por mim, estava novamente de cara para a porta branca, só que dessa vez ninguém gritava por Amanda. Tentei abrir, ouvir, olhar, só que tudo estava escuro e em silêncio, como em completo vácuo existencial. Como se estivesse morrendo, as memórias traumáticas de a 1000 anos atrás estavam voltando, mas como uma vez ouvi na psicologia, não os estava vivendo novamente. Olhando para todos os acontecimentos, o meu estado envelhecido em um corpo jovem parecia cada vez mais visível perante minhas visões claramente impossíveis de existir em um ambiente normal, olhava tudo, mas parecia não olhar nada, algo se recusava a ver, e tentar entender. Percebi que ali se encontrava o garoto que um dia eu fui, encostado do outro lado do corredor, murmurando palavras que não podia entender, tentei me aproximar para poder compreender melhor, foi tudo em vão. Quando cheguei vi que ele havia sumido, só que as palavras que eu havia profanado estavam se repetindo perto do meu ouvido apertando minha nuca com um gélido suspiro, olhando rapidamente vi que era o garoto, só que com uma cara totalmente desiludida, triste e chorona, me assustei e fui para o canto do corredor, ele repetiu. - Foi tudo em vão... Aparentemente não fazia sentido o que ele dizia só que, mi'alma brinca de Deus comigo, jogando explicitamente na minha cara oque realmente queria que eu entendesse, como um acusador cruel perante o tribunal do juízo final. Vi que ele tinha razão vi que o que ele dizia foi algo que eu disse para mim mesmo, há muito tempo só não queria recordar, foi então que definitivamente ele sumiu.

Encontrando-me novamente só, eu criei coragem para mais uma vez mergulhar no que me afligia e me congelava no tempo e espaço todos esses anos, estava na hora de encarar de frente, estava na hora de decidir se ainda valia a pena permanecer nessa posição defensiva e pessimista, nossa, o que um filme pode fazer com você quando se está totalmente desavisado, coisas do não imaginável creio eu.

Lá me encontrava, perante aquela situação que mudou os rumos do meu sentido de viver e ver as coisas, aquele maldito amor mau vivido e mau resolvido. Vendo a cena, eu indaguei para alguém que não estava lá: O quê você faria se você acreditasse que ama alguém de tal forma que nunca havia sentido, você a conquista, sai da sua posição confortável dentro do seu mundo, para se aventurar em um que parecia está de braços abertos para você, você cancela um pouco a sua aura negra natural da sua personalidade, para dá espaço a uma que parecia ser singela e pura, para no fim da noite descobrir que ela só estava contigo porque se sentia só e você foi o mais carinhoso e sincero que apareceu, e descobri que você gastou 15 reais antes disso acontecer, porra é de lascar. Continuei observando, dessa vez com o olho de quem ver tudo por fora. Personalidade fechada, o guri sofreu tudo sozinho e guardou para si e sua mãe não havia percebido nada quando retornou para casa, o resto não preciso saber, ou melhor, não preciso "reviver" para achar o real sentido daquilo está acontecendo.

Rapidamente, estou novamente no maldito corredor com a porta branca, dessa vez ela estava aberta. Flashes do filme pareciam vagar como lampejos pelo quarto, onde me fez ver um ponto, havia uma cadeira vazia com uma janela com visão para um edifício grande.

Sentei na cadeira e olhei para fora de uma maneira pensativa, seria e serena. Ouvi uma segunda voz, chamada Vitoria, ela parecia chorar, procurei pelo quarto mas não a encontrei, os prantos pareciam não cessar, de repente, tudo ficou escuro. Acordando em um quarto, negro, diga-se de passagem, havia uma mulher em prantos, parecia que ela estava chorando por mim, quando fui tentar me levantar, tudo some, de maneira igual a raios em forma de chicotada, só que dessa vez, não voltei para o corredor, estava em uma rua com uma garrafa acesa. Olhando fixamente para aquilo encontrei um papel escrito: Eu te amei, mas você parecia não está aqui, parecia perseguir algo que não existe... Mesclei facilmente o que aquilo queria me dizer com os devidos momentos relacionados, é, tinha toda razão, tudo parecia se encaixar, foi o que apareceu de maneira surreal a minha frente.

Persegui um amor por 2 anos que não existia mais, que se apresentava para mim com um garoto que havia desistido de investir em si mesmo e no mundo, máximo que conseguia fazer era continuar sobrevivendo e pensando no que isso poderia levá-lo. Há Amanda, era o fantasma da mulher que um dia eu amei, e ainda batia como  uma louca em minha cabeça e a porta só a estava guardando, e Vitoria, há Vitoria, como fico triste em perceber o que tanto tempo eu levei pra descobri. Vivi tudo isso, preso a Amanda que não pude notar que você estava ali, apenas esperando ser percebida por mim, e então dizer com vontade que gostava de mim, que gostaria de cuidar de mim, que gostaria de se tornar minha... Uma lagrima me escorreu, mas com um belo sorriso.

Tudo isso aconteceu, de maneira metaforica em meu ser, para mostrar para mim mesmo que preciso continuar e que já estou recuperado, posso mais uma vez tentar, meu ser original pede enloquecidamente para voltar a coexistir com meu exterior e dizer, estou completo.

Há, o que um filme não faz com você. A emoção volta e o coração também, que o amanhã reserva para mim? Bem, não me interessa muito, eu estarei bem, esperando pacientemente por ele.

5 de abr. de 2010

Futuro...




Lentes me focam nessa ilusão de segurança ao redor de uma porta entre aberta. Como diria Freud, interpretando meu sonho, seria aquele o meu futuro não tão distante, bate uma ansiedade tremenda, se bem que o tal sonho não é tão turvo para mim, já que, o faço acordado. Pensar me traz dor de cabeça, ainda mais se estou em uma situação confortável, mas é preciso, a lógica bate nessa porta desesperadamente. Saindo desse comodismo de maneira sofrida percebo que, preciso dá mais de mim, que o quê faço não é o suficiente para atender meus objetivos, conheço minhas fraquezas, mas minha pratica está fraca. O mundo das idéias nunca me foi  tão intenso como  nesse momento da minha vida, só que parece que cada vez mais migro para lá, abandonando meu corpo como um casulo no mundo das coisas sensíveis. Não posso fazer isso! Quem vive só de idéias, vive só de imaginar, e nunca os realizará, é preciso está entre a paralela entre essas duas linhas, e preciso fazer isso agora.

Acredito que consigo visualizar com clareza, alguns pontos turvos nas linhas psicológicas, e parece que esse foi mais um ponto para a comportamental, sei que devo mudar, mas meus comportamentos continuam sendo reforçados e a resistência é maior. Apesar de dá um credito para ela, eu tenho um espírito humanista, e diga-se de passagem rebelde, vou achar meu meio, vou me esforçar e quebrar-los um por um, espero que eu não consiga fazer tarde demais, ainda a porta está fechada me esperando até o horário marcado em algum lugar no tempo não tão distante.

Resto do Post

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